Evento APDC

04.11
Conferência



Conferência “A Liberalização Postal - Que Perspectivas para o Mercado Português?”

Negócio postal em debate

A liberalização total do mercado postal no espaço comunitário está definida. A partir de 1 de Janeiro de 2011, de acordo com a Nova Directiva Postal, todos os negócios postais serão abertos à concorrência e a todas as empresas que quiserem prestar os seus serviços na maioria dos países da União Europeia. Portugal não é excepção. Num mercado onde já estão presentes todos os grandes players mundiais do sector, todos se estão a preparar para este momento, depois de um processo de abertura gradual e controlado que decorreu ao longo dos últimos anos.
Qual o posicionamento do operador histórico, que ainda detém a exploração do serviço universal postal? De que forma terá o regulador sectorial das comunicações de se preparar para a abertura deste negócio? E qual a perspectiva dos challengers do mercado? Como está a situação nos vários mercados europeus?
O debate em torno desde processo está na ordem do dia e alguns dos aspectos do processo de abertura geram acesa discussão. Especialmente no que respeita à área que ainda permanece reservada, através de contrato de concessão, aos operadores históricos postais. De que forma se vai garantir, num cenário de concorrência total, a prestação do serviço universal postal?
Para analisar a situação e traçar perspectivas, a APDC realizou no dia 4 de Novembro uma Conferência sobre "A Liberalização Postal - Que Perspectivas para o Mercado Português?", que decorreu no Hotel Tivoli, em Lisboa. O evento contou com a participação de Paul Kleindorfer, especialista nasta área da Wharton School e INSEAD, que abordou o tema dos principais desafios à regulação para o sector postal.
Estiveram também presentes representantes dos reguladores de Portugal, França e Reino Unido, para além de um representante da Comissão Europeia, que analisaram a cisão das autoridades de regulação. Na Conferência foi também debatido pelos operadores europeus da Bélgica, Eslovénia e Alemanha o movimento de liberalização na sua perspectiva.
A visão dos challengers do mercado nacional foi dada por responsáveis da Rangel, DHL Portugal, Chronopost Portugal, TNT Portugal e Adicional. Na abertura do evento estiveram presentes o presidente da Anacom, Amado da Silva, assim como o presidente da APDC, Diogo Vasconcelos. O líder do operador incumbente nacional Estanislau Costa, apresentou o posicionamento dos CTT face à liberalização total.

 

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