Apple mantém liderança no negócio dos tablets

2018-02-09 A Apple manteve no 4º trimestre de 2017 a liderança em vendas mundiais de tablets, seguida da Amazon, Samsung e Huawei. Mas a marca sul-coreana foi a única a registar quebra nas vendas, num mercado que cresceu 10,3% face a igual trimestre do ano anterior, com vendas totais de 49,6 milhões de unidades. Os dados são o IDC Worldwide Quarterly Tablet Tracker, que revelam ainda que no total do ano o crescimento desacelerou significativamente. Passou de 24% em 2016 para apenas 1,6% no ano passado, vendendo-se 163,5 milhões de unidades.

Parte do abrandamento é explicado pelo lançamento de dispositivos como o Surface, da Microsoft, deixando nas prateleiras modelos mais antigos, enquanto os consumidores esperavam por novos produtos, nomeadamente os híbridos, posicionados no segmento alto, que mantém uma grande trajetória de crescimento. Já nos tablets tradicionais, que oferecem pouco em termos de produtividade, estão cada vez mais relegados a dispositivos de consumo de media.

A Apple manteve no trimestre uma sólida liderança do mercado, com 26.6% de quota, mais 0,6% que um ano antes. Segue-se a Amazon, com uma quota de 15,6%, mais 50% que um ano antes, graças aos descontos que ofereceu nos seus dispositivos, à oferta da assistente de voz Alexa e à entrada em novos mercados. A Samsung, que perdeu a 2ª posição no ranking e está agora em terceiro, ficou com 14,1% do mercado, menos 13%. As vendas de equipamentos híbridos não compensaram as perdas nos tablets tradicionais da marca. A chinesa Huawei ficou em 4º lugar, com 7,1% do mercado e um reforço de 11,9%, beneficiando da sua marca e de uma agressiva estratégia de venda. No top 5 está ainda a Lenovo, com 6,2% de quota, apresentando um recuo de 13,1%. ~

Contabilizando o total do ano, a liderança também cabe á Apple com uma quota de mercado de 26,8%, mais 3% que em 2016. A Samsung ocupa a segunda posição, com uma quota de 15,2%, menos 6,4% que em 2016, seguida da Amazon com 10,2% do mercado (mais 38% que no ano anterior). Seguem-se a Huawei e a Lenovo, respetivamente com 7,7% e 6,3% de quota.

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