Estudo antecipa aumento dos ciberataques em 2018

2018-01-05 Este ano, deverá assistir-se a um aumento dos ciberataques baseados em Inteligência Artificial, com os hackers a começar a usar algoritmos de aprendizagem automática para falsificar comportamentos humanos. E vão usar os dados pessoas roubados em 2017 nestes ataques, antecipa a IBM Secutity.

Números de segurança social, endereços e datas de aniversário, entre outros dados pessoais roubados no ano passado, num total de mais de 2,2 mil milhões de registos roubados, serão usados este ano “numa escala nunca antes vista”, segundo a IBM.

Citando a Gartner, refere que “a adoção de tecnologias digitais e de soluções de IoT não está apenas a proporcionar mais autonomia e eficiência às empresas e organizações”, mas também a “gerar mudanças em todos os aspetos da cibersegurança no mundo digital”, que resultam no desenvolvimento de novas ameaças.  Com base numa análise da IBM Security são estas as cinco tendências em matéria de segurança – ou falta dela – para 2018.

Assim a segurança online “vai necessitar de ajustar as suas próprias ferramentas de Inteligência Artificial (IA) para combater melhor as ameaças emergentes”, tendo em conta que se assistirá a um aumento dos ciberataques baseados em IA. 

Antecipa-se assim que a legislação “para travar a utilização de dados roubados tenderá a procurar incentivar as empresas e outros organismos a reduzir o uso de identificadores como números de Segurança Social”. E que as empresas vão demonstrar “uma resposta rápida e adequada a uma violação de dados em larga escala, incluindo comunicações efetivas para informar as partes interessadas”. Nomeadamente com a aplicação do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR),q eu entrará em vigor na Europa em maio.

O ransomware continuará a bloquear dispositivos, desde computadores desktop a dispositivos IoT. A IBM Security antecipa que o resgate pedido irá baixar, “à medida que os hackers se movam para um jogo de volume e encontrem um preço de referência que seja menor do que o custo de comprar um novo para os utilizadores”. As “grandes organizações que utilizam câmaras de segurança, DVR e sensores de IoT serão especialmente impactadas”.

Prevê-se ainda que as ameaças tenham um novo destino e origem. África irá emergir como “o novo alvo para ciberataques”, devido ao aumento da “adoção e utilização da tecnologia” e ao “crescimento da economia”.
 

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