Oi obrigada a refazer plano de recuperação

2017-08-16 No âmbito do processo de reestruturação e de recuperação judicial, a Oi aprovou em julho um aumento de capital de oito mil milhões de reais (cerca de 2,2 mil milhões de euros). O plano não convenceu a Anatel, o regulador do setor das telecomunicações brasileiro, que deu um prazo de 15 dias para o grupo refazer o projeto, obrigando o operador a provar que consegue obter, através de outras fontes de financiamento, o mesmo montante que pretende levantar no aumento de capital.

A decisão foi tomada depois da reunião ocorrida a 1 de agosto entre o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e os membros do conselho de administração da Oi. Após essa reunião, a Anatel concordou que a Oi precisa, de facto, de um reforço de capital, mas questiona a fiabilidade temporal do plano apresentado.

Tendo em conta que o aumento de capital proposto pela Oi assenta numa conversão de obrigações em ações, a Anatel quer que a empresa prove que consegue obter os mesmos oito mil milhões de reais através de outras fontes, que não imponham perdas aos obrigacionistas, de forma a provar que a empresa é viável. O prazo termina já a 21 de agosto.

Entretanto, a Oi - detida a 27,49% pela Pharol (ex-PT SGPS)  divulgou suas contas do primeiro semestre, onde registou um aumento de 32,9% dos prejuízos, para 3,50 mil milhões de reais (949,18 milhões de euros), face às perdas 2,63 mil milhões de reais (713,2 milhões de euros) no período homólogo de 2016. Só no segundo trimestre, as perdas agravaram-se em 302%.

Segundo o grupo, o resultado "reflete o impacto do câmbio no resultado financeiro, uma vez que a Oi encerrou as suas operações de hedge [contratos em bolsa que protegem contra a oscilação do dólar] em função da recuperação judicial".
 

2018-07-16 | Atualidade Nacional

Anacom aprova Regulamento de Segurança das Redes e Serviços de Comunicações


2018-07-16 | Atualidade Nacional

Associados beneficiam de desconto na edição deste ano do evento


UE admite avançar com medidas coercivas contra a plataforma


Através de uma operação de 2,5 mil milhões de dólares


2018-07-12 | Breves do Sector

De 16 a 20 de julho, na Ribeira Grande e Ponta Delgada


2018-07-12 | Breves do Sector

Uma solução tecnológica PT Empresas