Trabalho remoto impulsiona investimentos na cibersegurança

2020-06-26 Os gastos mundiais com cibersegurança cresceram 9,7% no primeiro trimestre deste ano, face ao mesmo período de 2019, em resultado das empresas procurarem garantir a segurança online dos seus colaboradores que entraram em trabalho remoto logo nos primeiros momentos da pandemia. No total, foram gastos 10,4 mil milhões de dólares em áreas como segurança de rede, segurança de endpoint, segurança de web e email, segurança de dados e análise de vulnerabilidade e segurança, mostram dados da Canalys.

A Cisco foi o principal fornecedor de segurança cibernética durante o primeiro trimestre, ficando com 9,1% do investimento total. A Palo Alto Networks continuou a ser a maior concorrente, com uma quota de 7,8%, seguida da Fortinet, com 5,9%. A Check Point foi o quarto maior fornecedor, com 5,4%, enquanto a Symantec em 5º lugar, com 4,7% de quota de mercado.

No entanto, o estudo salienta que os investimentos em cibersegurança estão sob pressão, à medida que os orçamentos de TI forem sendo reavaliado, face ao agravamento generalizado das condições económicas. Apesar de ser crítico proteger os ativos, operações e funcionários de dados das organizações contra ameaças e vulnerabilidades crescentes, espera-se que os aumentos planeados nos gastos com segurança cibernética nos próximos 12 meses sejam reduzidos ou mesmo cancelados.

A Canalys diz que a mudança sem precedentes para o trabalho remoto, a partir de março, resultou numa forte procura por segurança de terminais para proteger os novos notebooks implementados pela empresa, e dispositivos de propriedade do consumidor, utilizados como parte de medidas de continuidade de negócios.

Assim, as vendas de segurança para terminais aumentaram 16,9%, representando 15,4% do mercado total de segurança cibernética. Este forte crescimento manteve-se no segundo trimestre, à medida que mais países implementaram medidas de confinamento. No entanto, a segurança da rede cresceu apenas 4%, pois o negócio de equipamentos de hardware para alguns fornecedores foi afetado por restrições da cadeia de fornecimento. Acresce que muitas organizações conseguiram utilizar melhor o acesso à rede existente através de contratos de serviço ou aumentar a capacidade através de licenças adicionais, em vez de criar uma nova infraestrutura de segurança de rede.

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