A Revolução Digital – Quando quase Tudo É Possível

2018-12-18 Chama-se “A Revolução Digital – Quando quase Tudo É Possível” e tem como objetivo central mostrar que a revolução digital é das mais profundas que a Humanidade já experimentou. Neste livro, o primeiro a ser lançado por Rogério Carapuça, Presidente da APDC, são abordados os temas ligados ao digital e os seus efeitos em múltiplas áreas.

No lançamento desta obra, que aborda o potencial da atual e acelerada revolução que estamos a viver, estiveram presentes, além do seu autor, Rogério Carapuça, João Duque, professor catedrático e presidente do ISEG, e Rosália Amorim, Diretora Editorial do Dinheiro Vivo.

Para Rogério Carapuça, todas as revoluções tiveram os seus impactos e muitas “vão cavalgando umas sobre as outras”. Mas a que vivemos atualmente é a que está a acontecer de forma mais acelerada, de tal forma que nem se dá por ela, mas está a ganhar uma velocidade cada vez maior, trazendo vantagens, mas também ameaças potenciais significativas, como os  ciberataques ou a invasão de privacidade.

O autor refere ainda que a internet criou empresas com mais clientes que as populações de muitos países, que têm uma marca forte e são mais poderosas que muitos estados. São empresas que usam os dados de formas cada vez mais sofisticadas, o que vem criar também ameaças novas, já que conseguem segmentar as populações de acordo com o seu comportamento e dirigir a informação para o que interessa.

Neste cenário de manipulação e de fake news difundidas, correremos o risco de perder democracia? Para Rogério Carapula, tudo depende do que foi feito. Compete a todos controlar esta situação, onde as coisas acontecem espontaneamente porque está tudo conectado. “Estamos de facto perante uma situação em que podemos comunicar e até de forma anónima. O que se vai fazer com isto vamos ver”, acrescenta.

Já no que respeita à ameaça de perda de empregos, com a substituição das pessoas por máquinas, destaca que todas as revoluções mudaram profundamente a natureza do trabalho. E que na fase atual, os empregos mais emocionais serão os difíceis de substituir e os mais transacionais os mais fáceis.

“O homem tem uma capacidade infinita de arranjar problemas. A geopolítica vai mudar e as empresas vão ser mesmo mais poderosas que os estados e vão influenciar-nos mais que os países”, refere. Este é um mundo onde, depois das guerras mundiais sangrentas e da guerra fria, temos agora a “guerra invisível. Os estados estão a preparar-se para isso. A perceção que temos das potencias é muito influenciada pela capacidade de fazer a guerra digital. Esta é uma revolução de talentos, mas uma revolução em que o capital voltou a assumir importância”, conclui.

Este primeiro livro do Presidente da APDC está ncluída numa coleção designada por Ciência Disruptiva, editada pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) com a editora Glaciar.


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