Altice junta-se à Huawei em projeto para desenvolver 5G

2020-05-22 A Altice Portugal vai participar num projeto da chinesa Huawei para desenvolver a próxima geração móvel. A informação foi avançada pelo Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os países lusófonos, citando um comunicado da fabricante. Neste comunicado, o diretor tecnológico da Altice Portugal, Luís Alveirinho, sublinha a importância do projeto: "alargar a cobertura da Internet de banda larga pode estimular a criação de novos serviços que beneficiem os cidadãos, as empresas e os países".

A Huawei lançou esta semana a iniciativa Quinta Geração de Telecomunicações Fixa, onde participam, além da Altice Portugal, o Instituto Europeu de Normas de Telecomunicações e Aliança Chinesa para o Desenvolvimento de Banda Larga. A gigante chinesa defende que "é necessária uma colaboração alargada no seio da indústria mundial de telecomunicações fixas para promover o desenvolvimento da economia digital e da Internet das Coisas".

Por isso, o instituto europeu lançou em fevereiro "um grupo para a criação de normas para o 5G em redes fixas, com o objetivo de promover as ligações por fibra ótica, a Internet de banda larga e um serviço mais estável". O Instituto Europeu de Normas de Telecomunicações é uma organização europeia de normalização, que tem por missão a produção de normas europeias nas telecomunicações.

A par da Ericsson e da Nokia, a Huawei é a principal fornecedora mundial de redes de quinta geração (5G). A fabricante tem vindo a travar uma guerra com os Estados Unidos, que têm pressionado os vários países para a excluírem da construção de infraestruturas para redes de 5G.

No mercado nacional, o processo do 5G foi suspenso por causa da pandemia, mas o Governo já afirmou que deverá avançar em breve. Ontem. Na apresentação dos resultados trimestrais, o líder da Altice Portugal defendeu a necessidade de se olhar para as obrigações de cobertura e para os valores associados ao espetro, de forma a não onerar em excesso os operadores. "É importante que se perceba que não podemos matar a galinha dos ovos de ouro. E se queremos receber o dinheiro todo à cabeça vamos descapitalizar os operadores para fazerem esse investimento", disse Alexandre Fonseca.

Assim, defende que terá de "existir um natural faseamento daquilo que será o pagamento das licenças, diluindo-as ao longo do tempo de uma forma proporcional à exploração comercial da rede 5G". O gestor acredita que o processo do 5G seja retomado ainda este ano, mas apenas "em termos processuais", considerando difícil que o 5G "esteja comercialmente disponível" em 2020. Em paralelo, terá que ser retomada a migração da TDT, o que deverá acontecer até ao início de julho, de forma a que libertação da faixa dos 700 Mhz esteja concluída até final do ano.


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