Altice Portugal reage ao relatório da Anacom

2018-05-30 Após tornado público um relatório da ANACOM sobre Comunicações nas Zonas Afetadas pelos Incêndios e por este relatório ter sido construído na base de informação objetiva, clara e transparente, fornecida sobretudo pela Altice Portugal, esta lamenta e não pode admitir a comunicação enviesada daquela informação transmitida pelo Regulador à Comunicação Social.

A Altice Portugal reagiu, em comunicado, ao relatório da Anacom sobre as comunicações nas zonas afetadas pelos incêndios. Rejeita a posição do regulador, que garante que a MEO foi o único operador que, em meados de maio, ainda não tinha restabelecido todas as ligações nas zonas atingidas pelos incêndios de junho e de outubro de 2017.

Assim, o grupo garante que “reconstruiu até ao dia 4 de janeiro de 2018 toda a rede fixa e móvel ardida e que afetou cerca de meio milhão de clientes”. Só permanecem pendentes “as que se referem a agendamentos já efetuados e acordados com os próprios clientes (durante os próximos meses, a pedido desses, de acordo com a sua disponibilidade), ou que careçam de análise por parte do cliente, não havendo assim qualquer processo de religação em falta, por responsabilidade da Altice Portugal, desde 30 de abril”.

“Qualquer interpretação que se faça no sentido de invocar falta de reposição de comunicações por responsabilidade da Altice Portugal, é uma interpretação que não corresponde à verdade, essencialmente pelo facto de as religações agendadas só não estarem concretizadas por carecerem de disponibilidade de agenda dos clientes em causa ou de resposta destes”, acrescenta-se. Admite que há clientes incontactáveis, apesar das suas inúmeras tentativas, sendo na sua maioria cidadãos emigrados, habitantes sazonais ou segundas habitações.

Por isso, o grupo “vê-se obrigado a repor a verdade dos factos alicerçada nos números que comunica ao regulador semanalmente”, o que significa que a Anacom o conhece. Assim, esta “omissão desvirtua a leitura correta e verdadeira dos dados que, de forma transparente, semanalmente, lhe são comunicados”. Acrescenta que “este tipo de postura em nada beneficia o consumidor e o setor das comunicações, bem como poderá configurar um amplo extravasar das competências do regulador”.

Reafirma também que “a obrigação legal de disponibilização de serviço de comunicações fixas a estas populações, bem como a todos os portugueses, compete a esse operador no âmbito das suas obrigações como prestador de serviço universal”, no caso a NOS.
 

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