Altice reforça clientes e cresce receitas no 4º trimestre

2019-03-29 A registar um crescimento da sua base de clientes fixos no segmento de consumo há cinco trimestres consecutivos, a Altice Portugal viu as receitas crescerem no último trimestre de 2018. No entanto, em termos anuais, voltou a recuar. O grupo reitera a aposta na fibra e a meta de alcançar os 5,3 milhões de casas. Fechou 2018 com uma cobertura de 4,49 milhões de casas.

As receitas totais da Altice Portugal cresceram entre outubro e dezembro 0,2%, face ao trimestre anterior, para um total de 526 milhões de euros. O que resultou de “níveis de angariação mais elevados, melhoria na taxa de desligamento e incremento no ARPU dos novos clientes”, como adianta em comunicado. Já em termos homólogos a receita total estabilizou (-0,1%).

O grupo adianta ainda que as receitas combinadas, dos negócios fixo e móvel dos segmentos consumo, empresarial e grossista, cresceram 0,7% em termos homólogos, “apesar das medidas regulatórias desfavoráveis, como é o caso do decréscimo das tarifas de terminação, e da autorregulação na subscrição do serviço IP Billing”. Este foi “o quinto trimestre consecutivo de crescimento da sua base de clientes fixos no segmento consumo".

No trimestre, o EBITDA ajustado da Altice Portugal fixou-se nos 199 milhões de euros, como um recuo homólogo de 13,8%, “refletindo a perda de margem bruta, especialmente no segmento empresarial, e o incremento dos custos operacionais de angariação, de marketing e de rede”.

Já no total do ano, as receitas foram de 2,073 mil milhões de euros, abaixo dos 2,2 mil milhões de 2017 (ou 2,141 mil milhões nas contas reexpressas). Também o EBITDA recuou 11,5% em 2018, para 840 milhões de euros, de acordo com as contas divulgadas pela Altice Europe.

Em termos operacionais, o grupo conseguiu, através da MEO, uma adição 8,4 mil clientes no segmento fixo de grande consumo, o que compara com os 6 mil um ano antes.

A Altice Portugal capturou 40% do crescimento do mercado de Banda Larga Fixa e 55% do crescimento do mercado TV, no último trimestre do ano. As adições líquidas de clientes em fibra foram de 44,5 mil (43 mil um ano antes), enquanto as tecnologias de cobre e satélite perderam 36 mil clientes (37 mil em 2017). O grupo adianta que o peso das ofertas convergentes mantem a tendência de crescimento, com um ganho de três pontos percentuais face ao ano anterior, acrescentando clientes de maior valor.

No móvel, a base de clientes pós-pagos do segmento consumo aumentou 32 mil (33 mil no 4T de 2017) suportada pelo investimento na rede e pela estratégia de convergência. A empresa adianta que “capturou 51% do crescimento do mercado neste trimestre”. Proporcionalmente, a com a migrações de pré-pago para pós-pago, a base de clientes pré-pago diminuiu 76 mil.

A empresa continuou a sua expansão da rede de fibra ótica, tendo terminado o ano com mais de 4,49 milhões de casas cobertas, com um investimento nos três últimos meses de 2018 de 120 milhões de euros. A mantém a meta de cobrir o país com fibra até um total de 5,3 milhões de casas.
 

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