“Apps for Good”: final decorre em setembro

2017-07-04 Um total de 140 equipas com ideias de apps estão a concurso na edição deste ano do programa “Apps for Good”. Esta iniciativa visa desafiar jovens entre os 10 e os 18 anos e professores para o desenvolvimento de aplicações para smartphones e tablets que possam contribuir para a resolução de problemas relacionados com a sustentabilidade do mundo em que vivemos. Os projetos foram desenvolvidos no ano letivo 2016/17. A final está prevista para setembro, onde participação 21 equipas selecionadas entre as candidatas.

Foram já realizados três encontros regionais do Apps for Good, nos Açores, Matosinhos e Lisboa, onde as equipas de jovens alunos entre os 10 e os 18 anos demonstraram o trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo, apresentando as suas ideias que solucionam problemas reais. Nestes encontros, as equipas fizeram um pitch de 3 minutos a um júri constituído por representantes de diversas empresas apoiantes do programa e tiveram a possibilidade de se apresentar a publico num Marketplace. Destas, foram selecionadas 21 equipas que estarão presentes no evento final, agendado para setembro na Fundação Calouste Gulbenkian, onde são premiadas as melhores soluções.

Lançado há cinco anos pelo CDI, o Apps for Good é um programa que pretende seduzir jovens do ensino básico e secundário e professores para a utilização da tecnologia como forma de resolver os seus problemas, propondo um novo modelo educativo mais intuitivo, colaborativo e prático. Este ano, o tema foi criar soluções que possam contribuir para a resolução de problemas relacionados com a sustentabilidade do mundo em que vivemos.

A operacionalização do projeto decorre ao longo do ano letivo, onde professores (de todas as áreas disciplinares) e alunos têm acesso a conteúdos online com uma metodologia de projeto de 5 passos. Para apoiar no desenvolvimento do projeto, os participantes têm acesso a uma rede de especialistas que se ligam online à sala de aula, para prestar todo o apoio de esclarecimento de dúvidas. O modelo de implementação poderá ser em regime curricular ou extracurricular.

“O Apps for Good desenvolve a capacidade criativa e empreendedora dos jovens, sendo a tecnologia um meio e não apenas um fim, na resolução de problemas e de causas sociais que permitam criar uma sociedade mais cívica e mais sustentável”, afirma João Baracho, diretor executivo do CDI.

O Apps for Good conta com vários parceiros, como a Siemens, Microsoft, Fundação Calouste Gulbenkian, Synopsys, Fundação PT, SAP, DNS.pt, REN, SIVA, entre outros, mas também parceiros institucionais, como a Direção-Geral de Educação, a Associação Nacional de Professores de Informática, a APDC, a Educom, o Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, e a Associação Portuguesa de Professores de Inglês. Este programa é ainda financiado pelo Iniciativa Portugal Inovação Social.

O CDI nasceu no Brasil há 21 anos, foi fundada por Rodrigo Baggio, e é uma das mais reconhecidas organizações não-governamentais a nível mundial, estando em mais de 15 países. No seu âmbito, foi lançado há 5 anos um projeto educativo no Reino Unido a que chamou Apps for Good e que está em cerca de 1000 escolas públicas. Em Portugal, a Direcção-Geral da Educação convidou o CDI a fazer um piloto em 2014/15 com 20 escolas e até ao presente ano letivo (2016/17) já atingiram cerca de 180 escolas, envolvendo cerca de 3266 alunos e 400 professores. Este programa já está incluído no roadmap da DGE para o ensino tecnológico.

O Apps For Good é um projeto de dimensão internacional com a maior concentração no país de origem (Reino Unido), mas com pilotos a desenvolverem-se em diversos países. Portugal é o segundo maior país em número de escolas, alunos e professores, logo seguido do Estado do Arkansas, nos Estados Unidos.

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