Cofina notifica AdC da compra da Media Capital

2019-10-03 O grupo de Paulo Fernandes já notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) da compra da Media Capital e da respetiva operação de concentração. O regulador vai agora ver se estão reunidos todos os elementos essenciais da operação, seguindo-se um período para observações de terceiros interessados, após o qual emitirá uma decisão de aprovação ou de investigação aprofundada.  Terá ainda de ouvir a Anacom e a ERC, sendo o parecer do regulador dos media vinculativo.

A Cofina tinha de registar oficialmente a OPA à Media Capital até ao dia 11 de outubro, altura em que terá de emitir um comunicado sobre as condições e oportunidade da oferta. O regulador da concorrência vai agora ver se tem todos os elementos essenciais da operação tendo, nos termos da lei, cinco dias úteis para receber observações de terceiros interessados.

Terá depois 30 dias úteis para se pronunciar sobre a operação de concentração. Se avançar para uma investigação aprofundada, o prazo para a decisão final é de 90 dias úteis contados da data de produção de efeitos da operação de concentração notificada. Esta operação de concentração terá ainda que ter os pareceres da Anacom e da ERC, sendo que este último caso a decisão é vinculativa, podendo inviabilizar a compra, se for negativo.

Segundo o anúncio preliminar da operação, a Cofina vai pagar 2,3336 euros por cada ação da dona da TVI que não é controlada pela Prisa e 2,1322 euros por ação pela posição detida pelo grupo espanhol. A CMVM anunciou que vai nomear um auditor independente para definir o preço a pagar pelo grupo. No total, a oferta é de 180 milhões de euros, assumindo a Cofina ainda a dívida da dona da TVI, da ordem dos 80 milhões.

Entretanto, a Cofina já anunciou um aumento de capital de 85 milhões de euros para financiar a operação.

2019-11-13 | Atualidade Nacional

Grupo sobe receitas e clientes em todos os segmentos de mercado


2019-11-13 | Atualidade Nacional

Com crescimento nos negócios fixo e móvel


Negócio deverá ficar fechado em 2020


Em causa está a preferência dos consumidores pelo online