Custos com tentativa de compra da MC afetam Cofina

2020-09-11 A Cofina registou prejuízos de 1,3 milhões de euros no primeiro semestre do ano, depois dos lucros de três milhões registados um ano antes. O impacto dos custos com as tentativas de compra da Media Capital, associado à pandemia, explicam as perdas.

Em comunicado à CMVM, o grupo de Paulo Fernandes refere que "os resultados do primeiro semestre de 2020 ficaram marcados pela pandemia covid-19 e pelos custos não recorrentes da operação de aquisição da Media Capital". Assim, a pandemia afetou as receitas dos negócios de media, com quedas significativas em todas as rúbricas. Destaca-se a forte contração dos investimentos publicitários e a queda das receitas de circulação, afetadas pela implementação das medidas de confinamento, o que se traduziu no encerramento de muitos dos pontos de venda ao público das publicações.

Já a operação de aquisição da Media Capital gerou custos não recorrentes de cerca de 1,6 milhões de euros. O comunicado salienta que "sem estes custos, a empresa registaria resultados líquidos positivos".

Assim, até junho, a Cofina registou um recuo de 20% nas receitas, que ficaram em 34 milhões de euros. Sendo que as receitas de circulação e de publicidade registaram decréscimos de 20,7% e de 28,8%, respetivamente. Já as receitas associadas a marketing alternativo e outros recuaram 7,1%, para 8,3 milhões de euros.

De acordo com o relatório, o grupo implementou medidas de redução de custos, tendo os custos operacionais recorrentes registado um decréscimo de cerca de 15%, atingindo 29,8 milhões de euros. A redução dos custos operacionais recorrentes foi de 5,1 milhões de euros. O EBITDA ficou em 4,2 milhões de euros, o que reflete um decréscimo de 45,5%.

Por áreas de atividade, as receitas totais da CMTV caíram 2,3% para sete milhões de euros, com as receitas de publicidade a atingiram 2,6 milhões de euros e as receitas provenientes de ‘fees' de presença e outros 4,3 milhões de euros. O segmento de imprensa, que engloba todas as publicações em papel e as receitas provenientes do mercado digital, foi o mais afetado, com o encerramento de pontos de venda de publicações ao público e pela inexistência de eventos desportivos, durante o período em que as medidas do Governo, tendo como objetivo o isolamento social, estiverem em vigor.

 No semestre, as receitas totais foram de cerca de 27,1 milhões de euros, menos 24% face ao período homólogo do ano anterior. As receitas provenientes de publicidade e as receitas associadas à circulação registaram um decréscimo de cerca de 36% e de 21%, respetivamente.  Ainda no segmento de imprensa, as receitas associadas aos produtos de marketing alternativo e outros registaram uma diminuição de cerca de 12%.

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