Google cria centro de formação e desenvolvimento de Android em Portugal

2018-06-14 A gigante norte-americana vai criar em Portugal uma unidade para formação e desenvolvimento do sistema operativo Android. Será o primeiro investimento do género na Europa e vai arrancar já no final do ano, através de um concurso aberto para o preenchimento de mil vagas destinadas a formação e do posterior desenvolvimento de produtos tecnológicos para o sistema operativo.

O anúncio foi feito pelo vice-presidente da Google, Kent Walker, durante a visita do Primeiro-Ministro português, António costa, aos Estados Unidos. A aposta no mercado nacional foi justificada pelo facto de ser um dos países líderes da economia digital na Europa. “Queremos continuar a apoiar os esforços do Governo português para desenvolver a digitalização da sua economia”, referiu.

António Costa realizou uma visita à sede da tecnológica norte-americana, em Mountain View, região de Silicon Valley, no estado da Califórnia. O primeiro-Ministro destacou a aposta que a multinacional Google fez recentemente em Portugal “um investimento muito importante, tendo já criado 500 postos de trabalho. Agora, o anúncio da criação desta academia piloto para o desenvolvimento de aplicações com base na tecnologia Android é extremamente importante. A indústria das aplicações é algo que vale milhões e milhões de dólares ou euros no mercado global”.

E outras empresas do ecossistema Google poderão vir a fixar-se no país, depois do anúncio de que a unidade de formação da Android vem para Portugal, garantiu o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral. Para quem “está neste momento a reforçar-se um ecossistema, quer com empresas nacionais já reconhecidas por grandes investidores em projetos tecnológicos, quer com empresas tecnológicas internacionais que já abriram centros de excelência no país”.

António Costa visitou ainda a Cisco, que emprega cerca de 400 pessoas em Portugal, onde destacou a importância de criar empregos de qualidade, sobretudo nos setores tecnológicos e da inovação. “Se nestes dois anos e meio a prioridade de Portugal foi a descida do desemprego - estamos hoje com uma taxa que se aproxima dos 7,5% -, temos uma segunda prioridade que é aumentar a qualidade do emprego”, referiu. O que passa por combater a precariedade, mas também “por criarmos mais e melhor emprego”, o que é possível com “empresas que gerem empregos qualificados”, como as tecnológicas.

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