Imparidades na venda das revistas afetam Impresa

2018-03-06 A venda do negócio das revistas, já em janeiro de 2018, foi a responsável por uma perda por imparidade de 21,96 milhões de euros da Impresa no exercício de 2017. O que levou a prejuízos de 21,65 milhões, depois de um ano antes ter registado lucros de 2,76 milhões de euros. O encaixe da venda da operação só será refletido nas contas de 2018.

O grupo de Francisco Pinto Balsemão vendeu o negócio das revistas à Trust in News, de Luís Delgado, por 10,2 milhões de euros, ficando apenas com o semanário Expresso. Sem contabilizar as imparidades, a Impresa teria fechado o exercício com lucros de 1,5 milhões.

Também as receitas recuaram 2%, para 201,8 milhões de euros, com a maior quebra a registar-se na área de publishing (-4,7%), seguida da televisão, onde o volume de negócios desceu 1,6% para um total de 153,7 milhões de euros. Em sentido contrário, esteve a publicidade, cujas receitas subiram 2,6%. Todas as demais áreas recuaram, como a rúbrica "outras receitas" onde se incluem os produtos alternativos e as chamadas de valor acrescentado. O EBITDA caiu 11%, para 13,8 milhões de euros, enquanto a margem de EBITDA recuou de 7,5% para 6,8%. A dívida remunerada líquida – incluindo locações financeiras – foi reduzida em 4,8 milhões de euros, para 178,4 milhões, o valor mais baixo os últimos dez anos.

Em termos de perspetivas para 2018, refere-se que o redimensionamento do grupo no início de 2018 e as medidas de reestruturação implementadas nos trimestres, inseridas num contexto macroeconómico mais favorável, permitem antever o reforço da rentabilidade em termos de EBITDA e resultados líquidos, pelo que se antecipa o “cumprimento dos objetivos do plano estratégico."
 
 

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