Impresa lucra 1,45 milhões até ao 3º trimestre

2018-10-30 A Impresa passou de prejuízos a lucros de 1,45 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano. Mas contabilizando apenas o terceiro trimestre, registou perdas de um milhão de euros, com o grupo a ser impactado pelos custos de reestruturação e por uma quebra das receitas de publicidade no negócio da televisão.

Até setembro, a Impresa conseguiu obter um resultado líquido positivo de 1,45 milhões de euros, quando um ano antes tinha registado perdas de 165 mil euros. Mas os lucros acumulados foram prejudicados pela performance do terceiro trimestre, já que entre julho e setembro a dona da SIC teve perdas de 1,07 milhões de euros, um valor similar a igual período de 2017. Até junho deste ano, acumulava um lucro de 2,5 milhões de euros.

A justificar as perdas trimestrais está a queda nas receitas com publicidade, que impactou as receitas de televisão e os maiores custos de reestruturação, com a expansão da sede da empresa e construção de novos estúdios. Assim, a publicidade caiu 5,3%, para 23,27 milhões de euros, com as receitas com os canais da SIC a recuarem 4,9% no trimestre, para 32,51 milhões de euros. No publishing, as receitas com a circulação recuaram 7,5% no trimestre, para 2,36 milhões de euros.

Acrescem as maiores despesas de reestruturação, nomeadamente com o financiamento do projeto de expansão do edifício Impresa e dos novos estúdios, o que levou mesmo a Impresa a reduzir o ritmo de amortização de dívida. No final de setembro, a dívida líquida, incluindo locações financeiras, era de 189,6 milhões de euros, menos 3,1 milhões de euros face ao período homólogo de 2017.

“Os primeiros nove meses do ano reforçam os nossos objetivos: estamos a recentrar o nosso negócio, focando-o no audiovisual e no digital, potenciando as nossas marcas. Os lucros nestes primeiros novos meses, o melhor resultado da Impresa em quatro anos, mostram que estamos a cumprir o nosso Plano Estratégico. A dívida líquida continua a ser reduzida de forma faseada”, refere-se no relatório do grupo.

O EBITDA da empresa nos nove primeiros emses do ano melhorou em 52,4%, para 12,33 milhões de euros, numa subida é justificada com a melhoria significativa do EBITDA ajustado com o negócio da televisão: um crescimento de 47,9%, para 13,85 milhões de euros. O que se ficou a dever à quebra acentuada dos custos operacionais com o negócio de televisão (caíram de 99,14 para 91,47 milhões de euros).

De acordo com a Impresa, “os resultados obtidos até setembro de 2018 permitem reiterar o objetivo traçado para o ano de 2018: prosseguir o reforço da rentabilidade, com um crescimento em termos do EBITDA e dos resultados líquidos”.

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