Impresa melhora resultados com corte de custos

2018-05-04 A Impresa registou prejuízos de 632,8 mil euros no primeiro trimestre do ano, o que revela uma melhoria de 77,1% face às perdas de 2,76 milhões registadas um ano antes. A descida dos custos explica a recuperação. Já as receitas mantiveram-se praticamente inalteradas, nos 39,2 milhões de euros.

Os resultados trimestrais não são diretamente comparáveis, uma vez que o grupo vendeu o seu portefólio de revistas à Trust In News em janeiro último. Segundo o grupo, o impacto do 10,2 milhões de euros da venda vão sentir-se ao longo do ano.

No total, a Impresa registou receitas de 39,2 milhões de euros, uma descida de 0,3% face a período homólogo, em termos pró-forma (expurgando as receitas atribuíveis às publicações vendidas). Em termos absolutos, as receitas recuaram 13,4%.

Já os custos operacionais reduziram-se em 5,9%, comparando com o pró-forma, para 37,37 milhões de euros. Em termos absolutos, a descida foi de 18,6%. A redução dos custos com pessoal e com a programação explicam a queda dos custos. O EBITDA foi de 1,83 milhões de euros, valor que compara com os 390,1 mil euros negativos de um ano antes, em termos pró-forma. Só o EBITDA da SIC cresceu 230,3%, para 2,43 milhões de euros.

O grupo destaca a redução de seis milhões na dívida líquida, para 185,6 milhões de euros, e o crescimento das receitas de publicidade em 1,1% (pró-forma), para 23,15 milhões de euros, sobretudo o aumento das receitas de publicidade no semanário Expresso e na área digital.

Por áreas de negócio, a televisão gerou 32,38 milhões de euros de receitas, menos 4%, com as receitas de publicidade a descerem 1,9%, para 19,9 milhões de euros e as receitas de subscrição de canais 2% (pró-forma), para 9,7 milhões.

O segmento de publishing registou receitas de 6,11 milhões de euros, mais 20,3% (pró-forma), excluindo as receitas imputadas às publicações vendidas em janeiro. O publishing inclui agora o Expresso, Blitz, Novas Soluções de Media, Boa Cama Boa Mesa e a gestão comercial de alguns projetos digitais não detidos pela Impresa, como os sites Notícias ao Minuto e Zero Zero, para além do Linkedin em Portugal e do MSN.  As receitas de circulação desceram 1,8% (pró-forma) para 2,25 milhões de euros, embora as receitas de subscrição digital do Expresso tenham crescido 30%, representando 15% do total das receitas de circulação.

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