Líder da Altice Portugal explica negócio da MC no Parlamento

2018-05-23 Lamenta o tempo de decisão da AdC sobre a compra da Media Capital, que é algo preocupante. Reitera os remédios propostos para a operação, embora não sinta que fossem necessários para a viabilização do negócio, que foi anunciado em julho do ano passado. Garante que não haverá quaisquer despedimentos. O presidente executivo da Altice Portugal, Alexandre Fonseca, foi hoje ao Parlamento explicar a compra do grupo de media, depois dos líderes da NOS e da Vodafone.

Segundo o gestor, que falava nas comissões de Economia e de Cultura, o tempo que está a demorar a investigação aprofundada da aquisição da MC é “algo preocupante”, admitindo que, no limite, o grupo poderá estar disponível para ultrapassar. Sobre os remédios que propôs à Autoridade da Concorrência, destaca que refletem as preocupações levantadas pelo mercado e defende que são remédios concretos, pragmáticos, cuja duração temporal garante que os reguladores e outros operadores estão salvaguardados.

Só quer ter capacidade para “implementar um projeto plural, diverso de investimento na produção de conteúdos”. Alexandre Fonseca esclareceu ainda que que o grupo tem trabalhado com a AdC de forma proativa e colaborativa.
Adiantou ainda não haver qualquer plano de despedimentos com a compra da MC, tal como já tinha sido garantido em julho do ano passado, aquando do anúncio do acordo com a Prisa. Aliás, defende que até haverá mais investimento, salvaguardo e trazendo estabilidade a um setor em crise como os media. “Temos a máxima convicção e confiança que o negócio se vai realizar”, garantiu, criticando o ruído que diz ter sido criado à volta do negócio, que é da iniciativa privada, legal e transparente.

Mais: trata-se de um negócio que se insere num processo de convergência a nível internacional entre os setores de media e telecomunicações, onde a Altice está a apostar. O objetivo é oferecer melhores produtos e serviços, criar melhores e mais conteúdos, produzir conteúdos em Portugal, para exportação e afirmar o país na linha frente na tecnologia, inovação e empreendedorismo.
 

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