NOS sobe lucros para 79 milhões no 1º semestre

2018-07-23 A NOS voltou a confirmar no segundo trimestre do ano a rota de crescimento sustentado, graças ao aumento a carteira de clientes e ao reforço nas ofertas convergentes de serviços. NO total do semestre, conseguiu lucros de 79 milhões de euros, mais 9,2% que em igual período do ano anterior.

No total, o operador registou receitas de 772,3 milhões de euros no semestre, mais 0,6% que um ano antes, sendo as receitas de telecomunicações de 739,9 milhões (mais 1,4%). O EBITDA ficou nos 305,5 milhões, representando um incremento de 2,6% em termos homólogos.

Esta performance é explicada pelo aumento da base de clientes. O total de RGU’s fixou-se em 9,4 milhões (mais 2,6%), com 245 mil adições líquidas face ao primeiro semestre de 2017. O número de clientes móveis subiu para 4,7 milhões (mais 3,9%), enquanto na tv por cabo ficou com 1,3 milhões (mais 1,5%), na voz fixa 1,76 milhões (mais 0,8%) e na banda larga 1,35 milhões (mais 3,8%).

As ofertas convergentes continuam a ser o motor de crescimento da base dos serviços prestados. A NOS tinha no final de junho 749,3 mil clientes convergentes, evidenciando um reforço homologo de 5,4%. Quase metade da sua base de clientes – 49,3% - eram clientes de pacotes de serviços, o que representa um reforço de 2,3 pontos percentuais. No segmento empresarial, os serviços prestados atingiram os 1,5 milhões, um aumento de 40 mil.

Contabilizando apenas o segundo trimestre, o crescimento dos lucros consolidados foi de 14,3% para 45,1 milhões de euros. Já as receitas aumentaram 0,5%, alcançando os 389,3 milhões de euros, “com as receitas da divisão de telecomunicações a aumentarem 1,8% [374,2 milhões de euros], motivadas pelo crescimento de 2,6% do número de serviços”. O EBITDA subiu 2,1%, para 158,8 milhões de euros.

No trimestre, o investimento tecnológico aumentou para 51,7 milhões de euros, e o investimento total (CAPEX) aumentou 7,3%, para 91,7 milhões de euros. A empresa ficou com mais de 4,15 milhões de casas com cobertura em fibra. Recorde-se que no final do ano passado, assinou um acordo de partilha de infraestruturas com a Vodafone Portugal, que permitirá ultrapassar os 4,4 milhões de casas passadas até ao final deste ano.

Na área de exibição, no segundo trimestre do ano, vendeu 1,785 milhões de bilhetes, uma quebra de 27%% face ao ano anterior, ainda assim menor do que a quebra registada pelo setor, de 28,7%, seguindo a tendência internacional verificada neste ano. A receita média por bilhete cifrou-se em cinco euros.
 

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