Oracle avança com centro de competências no Porto

2019-07-11 A Oracle Portugal vai arrancar já este mês com o seu centro de competências no Porto, onde vão trabalhar cerca de 100 pessoas, cujo processo de recrutamento está em curso. A meta era fazer inovação tecnológica e de serviços para o retalho na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África), mas o projeto já alargou aos Estados Unidos e América Latina. É mais uma aposta da gigante no mercado nacional, onde está há 30 anos e onde continua a crescer: no último ano fiscal, as receitas subiram a quase dois dígitos, bem acima dos 3% do grupo como um todo.

O anúncio foi feito pelo country manager da Oracle Portugal, Bruno Morais, num encontro com jornalistas, onde destacou que o reforço se ficou sobretudo a dever ao segmento de negócio da cloud, cujo crescimento foi da ordem dos 50% no ano fiscal que terminou em maio, com especial destaque para a oferta de Autonomous Database.

Aliás, é nesta oferta que a rede de parceiros da subsidiária do grupo norte-americano está a aumentar a sua especialização, como destacou o gestor, tendo em conta que a procura está a aumentar, já que permite maior segurança na gestão da informação e maior flexibilidade.

A recente parceria anunciada pelo grupo com concorrente Microsoft, para ligar as suas ofertas de serviços cloud, vai ainda reforçar mais esta área de negócio, cujo potencial de crescimento é enorme, ao “fomentar ambientes multicloud”. É que é este tipo de ofertas que vem dar resposta à realidade dos clientes, que querem cada vez mais utilizar múltiplas clouds.
Para já, a oferta conjunta foi disponibilizada nos Estados Unidos, mas a ideia é expandi-la para a Europa, embora ainda não tenham sido definidos timings.

Destacando que a Oracle está muito centrada nas soluções críticas de negócio, assumindo-se como um parceiro dos clientes, Bruno Morais considera que soluções de parceria de concorrentes, como a que foi encontrada com a Microsoft, serão o futuro, para assegurar interoperabilidade.

O gestor mostra-se convicto de que as soluções de Autonomous Database, que apresentaram um crescimento significativo no último trimestre, vão crescer ainda mais no futuro no mercado nacional. E em todos os perfis de empresas, deste as PME às grandes organizações, uma vez que ganhar autonomia local na análise das bases de dados será cada vez mais relevante. Atualmente, cerca de 40% dos negócios de Autonomous Database estão ligados à analítica de dados e já há casos de sucesso nacionais. Ao nível global, há já mais de 5 mil novos clientes a experimentar estas soluções.

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