Portugal em 15º lugar na UE28 em digitalização

2017-03-07 Portugal ocupa o 15º lugar no DESI 2017. Apesar de apresentar melhorias em todas as áreas, à exceção dos serviços públicos online, perdeu uma posição no ranking face ao ano anterior. Os maiores progressos verificaram-se na conetividade, com uma crescente adoção da banda larga fixa e móvel, assim como na utilização de tecnologias digitais pelas empresas. As competências digitais da população permanecem como o grande desafio do país, que integra o grupo entre os 28 com um desempenho médio.

O Digital Economy and Society Index (DESI) 2017 é um índice que mede a digitalização das várias economias europeias e o progresso nesta área em cinco áreas distintas: conetividade, capital humano, utilização a Internet, integração de tecnologias digitais e serviços públicos digitais. O país está acima da média em conetividade, serviços públidos digitais e integração das tecnologias digitais, permanecento no entando abaixo na utilização da Internet e no capital humana.

Este índice da Comissão Europeia coloca Portugal com uma pontuação global de 0,53, classificando-se em 15.º lugar no conjunto dos 28 Estados-Membros da UE. A média europeia é de 0,52.

Por áreas, na conectividade os níveis de utilização de serviços de banda larga fixa e móvel no mercado nacional aumentaram significativamente em 2016. Verificaram-se também progressos no número de assinaturas de banda larga de alta velocidade, quer fixa quer móvel, e na cobertura de redes de nova geração, onde é um dos líderes europeus. Ocupa o 10º lugar entre os 28, com uma pontuação global de o,67, quando a média é de 0,63.

Também na integração das tecnologias digitais, o país registou um reforço significativo, mantendo-se embora no 9º lugar, com uma pontuação de 0,43, quando a média europeia é de 0,37.  O estudo destaca que as empresas portuguesas apresentam elevadas taxas de utilização da tecnologia RFID e de partilha de informações, e que a utilização das redes sociais e da faturação eletrónica registou um aumento significativo em 2016. No entanto, nem a percentagem de PME com lojas online nem o volume de negócios eletrónicos das PME registaram qualquer evolução

Já nos serviços públicos digitais, onde Portugal tem estado em destaque nos últimos anos, : Portugal continua entre os de melhor desempenho na EU, mas o desempenho do país agravou-se relativamente ao ano anterior, sobretudo devido à fraca prestação nos domínios dos dados previamente preenchidos em formulários online e da utilização de dados abertos. Resultado, passou de 7º lugar para 10º, com uma pontuação de 0,65, quando a média da UE é de 0,55.

Na utilização da Internet, embora se tenha verificado um acréscimo da percentagem de utilizadores de serviços de Internet que fazem videochamadas online e utilizam redes sociais, continua a haver grande relutância em fazer compras em linha ou em utilizar serviços bancários através da Internet. O que continua a posicionar o país em 19º lugar, com uma pontuação de 0,44, embora acima da média europeia, de 0,48.

É no capital humano que se mantêm os maiores problemas. A percentagem de cidadãos portugueses que utilizam a Internet aumentou, mas continua a ser bastante inferior à média da UE. Esta é uma área em que ainda existe margem para melhorias, segundo a CE, já que o país está em 22º lugar entre os 28 (em 2016 estava em 19º), com uma pontuação de 0,45, contra os 0,55 da média da UE.

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