Tv paga chega a 3,8 milhões de clientes

2017-12-11 Os clientes de tv paga continuam a crescer. No final de setembro eram 3,8 milhões os subscritores, sendo que 93,6% dispunham deste serviço integrado num pacote. A fibra é agora a segunda tecnologia utilizada e é a ela que se deve o aumento das adesões, mostram os dados da Anacom.

No final do 3º trimestre, existiam cerca de 3,8 milhões de assinantes do serviço de distribuição de sinais de televisão por subscrição. O que representa um ganho de 33 mil subscrições face ao trimestre anterior e de 116 mil face a período homólogo (mais 3,2%). Cerca de 92 em cada 100 famílias clássicas já dispunham do serviço.

O crescimento do número de assinantes de tv paga deve-se sobretudo às ofertas suportadas em fibra ótica (FTTH/B), cujo número de subscritores aumentou 27,3% face ao período homólogo, no equivalente a 269 mil novos clientes. Estes números transformam a fibra ótica na segunda tecnologia mais utilizada, responsável por 33,4% do total de assinantes do serviço. O cabo ainda continua a ser a principal tecnologia de suporte do serviço de televisão paga, com 36,1% do total de assinantes, enquanto o xDSL e o DTH foram utilizados por 15,7% e 14,8% dos assinantes, respetivamente.

Do total dos clientes de televisão paga, estima-se que 93,6% contratem o serviço no âmbito de um pacote. O número de assinantes com o serviço de televisão paga integrado em pacote aumentou 8,2% em termos homólogos.
Olhando para as quotas de mercado de clientes, a NOS mantém a liderança, com 43%, seguindo-se a MEO, a Vodafone e a NOWO, respetivamente com 38,1%, 14% e 4,7%, respetivamente. Maus uma vez, a Vodafone foi o prestador que, em termos líquidos, mais assinantes captou no 3º trimestre.

As receitas totais do serviço de distribuição de sinais de TVS (stand-alone e pacotes que englobam este serviço) totalizaram cerca de 1,4 milhões de euros, mais 4,7% do que o valor registado no período homólogo.

Do total de clientes, 15,5% tinham acesso a canais premium (uma diminuição de 0,7 pontos percentuais face ao período homólogo), enquanto 75,3% dispunham de mais de 100 canais. O nível de utilização das funcionalidades diminuiu 2,3 pontos percentuais no 3.º trimestre, verificando-se que cerca de 73% dos assinantes utilizaram pelo menos uma das funcionalidades disponíveis. As gravações automáticas foram o serviço mais usado, seguidas do guia de programação de TV, dos canais em alta definição e das gravações manuais.

O regulador destaca ainda que cerca de 5,5% dos indivíduos com 10 ou mais anos tinha subscrito serviços de streaming on demand (Netflix, Fox Play, NPlay ou Amazon Prime Video), mais 2,3 pontos percentuais do que no mesmo período do ano anterior.
 

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