Tv paga: Vodafone é a única a ganhar quota de clientes

2017-06-08 A NOS mantém-se na liderança da tv paga em termos de número de clientes, seguida de perto pela MEO. Mas ambos os grupos perderam quota de mercado, tal como a Nowo. A única a reforçar foi a Vodafone, num negócio que já atinge os 3,7 milhões de subscritores, dos quais 90,9% estão integrados em pacotes de serviços. São os dados da Anacom para o primeiro trimestre do ano.

O negócio da televisão paga continuou a crescer no primeiro trimestre do ano, graças às operar suportadas em fibra, onde os subscritores cresceram 6,3% em relação ao trimestre anterior e 29,4% em termos homólogos. No total, havia 3,7 milhões de assinantes, mais 22 mil do que no trimestre anterior e mais 135 mil (3,8%) que em período homólogo. O regulador refere que além de novas subscrições, está a registar-se a transferência para a fibra de clientes de outras tecnologias, nomeadamente xDSL, DTH e redes de TV por cabo.

Tendo em conta a distribuição dos assinantes pelas várias tecnologias, o serviço por cabo representava 36,6% do total de assinantes, seguindo-se a fibra ótica, com 30,4%, o xDSL (17,4%) e o DTH (15,6%). A principal forma de comercialização do serviço de distribuição de sinal de tv assenta nas ofertas em pacote. No final de março, estima-se que cerca de 90,9% dos assinantes dispusessem deste serviço integrado em pacote. Sendo que os pacotes 3P e 5P tinham praticamente o mesmo número de clientes: 1.469 milhões e 1,466 milhões, respetivamente. Tendo por base o número de famílias clássicas, a taxa de penetração da tv paga está nos 90,6 assinantes por cada 100 famílias clássicas.

No período em análise, a NOS manteve-se na liderança em termos de quota de assinantes, com 43,5%. Um ano antes, tinha 43,8%. A MEO manteve a segunda posição, com 38,4%, contra 40,1% em março do ano passado. Na terceira aposição, a Vodafone foi o único prestador a crescer em termos líquidos: passou de 11,1% em março de 2016 para 12,8% de quota de assinantes. A Nowo ficou com 4,8%.

O regulador estima que as receitas do serviço de televisão paga (stand-alone e pacotes que englobam este serviço) tenham alcançado no trimestre os 460 milhões de euros, com um reforço homologo de 4,9%. A receita média mensal dos pacotes que englobam o serviço de distribuição de tv paga foi de 42,5 euros, menos 1% que no mesmo período do ano passado.

De acordo com o Barómetro de Telecomunicações da Marktest, cerca de 78,3% dos lares com serviço dispunham de mais de 80 canais. E 15,8% tinha acesso a canais premium (menos 2 pontos percentuais face ao período homólogo), enquanto 78,3% dispunham de mais de 80 canais (mais 2 pontos).

O nível de utilização das funcionalidades do serviço diminuiu um ponto percentual no 1.º trimestre deste ano, verificando-se que cerca de 71% dos assinantes utilizaram pelo menos uma das funcionalidades disponíveis. As gravações automáticas foram o serviço mais usado, seguidas do guia de programação de TV, dos canais em alta definição e das gravações manuais.

No 1º trimestre, cerca de 4,3% dos indivíduos com 10 ou mais anos tinha subscrito serviços de streaming on demand (i.e  Netflix, Fox Play, NPlay ou Amazon Prime Video).

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