Vodafone revela melhor desempenho na AML no 3G e no 4G

2020-08-04 MEO, NOS e Vodafone têm um bom desempenho global na oferta dos seus serviços móveis de voz e dados na Área Metropolitana de Lisboa. Os níveis de desempenho mais elevados, com diferenças pouco expressivas entre operadores, registam-se no 2G (GSM). Já nas tecnologias UMTS (3G) e LTE (4G) registam-se desempenhos inferiores, com diferenças mais significativas entre os players. A Vodafone destaca-se aqui pelo seu melhor desempenho, mostra o mais recente estudo da ANACOM.

Este estudo abrangeu os 18 municípios da AML, centrando-se na avaliação do desempenho de serviços móveis de voz e dados num total de cerca de 3 mil Km2, ou seja 3% da superfície terrestre do país. É o terceiro estudo publicado este ano, sendo que os anteriores abrangeram as regiões Alentejo e Norte, e visam dotar o mercado de informação isenta sobre o desempenho destes serviços, tendo em vista caracterizar a experiência de utilizador em termos de acessibilidade, retenção e integridade dos serviços.

Assim, a ANACOM realiza: chamadas e conversações, para avaliação do serviço de voz; transferências de ficheiros, de páginas web e de vídeos, para avaliação dos serviços de dados; e medições de níveis de sinal das redes rádio, para avaliação da cobertura. Deles resultam 13 indicadores de qualidade utilizados para aferir o desempenho dos serviços e a cobertura rádio.

O estudo mostra que o serviço de voz apresentou bom desempenho global, não se observando diferenças entre operadores no que toca às capacidades de estabelecimento e de retenção de chamadas. Em relação à integridade da conversação e ao período médio necessário para estabelecer uma chamada, registaram-se diferenças entre operadores, embora pouco relevantes na perspetiva de utilizador.

Nos serviços de dados, registou-se bom desempenho global, não se observando diferenças entre operadores no que toca às capacidades de estabelecimento e de retenção de sessões de dados, em todos os serviços analisados. Em transferência de ficheiros, registaram-se bons ritmos médios de transferência de dados, no download e no upload, com algumas diferenças de desempenho entre os operadores. Observou-se ainda uma variabilidade muito elevada deste indicador, com ritmos máximos em torno de 153 Mbps e 62 Mbps e mínimos de 0,2 Mbps e 0,7 Mbps, respetivamente em download e upload.

O serviço de navegação na Internet registou razoáveis durações médias de transferência de páginas web, de referência e pública, sendo pouco expressivas as diferenças entre operadores. E o serviço youtube video streaming registou bom desempenho global sem diferenças expressivas entre operadores. Também a latência de transmissão de dados registou níveis adequados, embora com alguma variabilidade, tendo-se observado ligeiras diferenças entre operadores.

Este estudo baseia-se em testes realizados de acordo com a nova metodologia aprovada pela ANACOM, em 2017, após consulta ao mercado. As medições são efetuadas de forma sistemática, com procedimentos padronizados e sem intervenção ou decisão humana, e em igualdade de condições para os vários operadores, permitindo a análise objetiva e comparativa dos desempenhos. Na abordagem amostral seguida considera-se como universo o conjunto de comunicações móveis realizadas no território continental, sendo a chamada de voz móvel e a sessão de dados móveis as unidades estatísticas consideradas. A amostra tem por base dois níveis de estratificação. O primeiro separa o território continental em NUTS II, seguindo-se uma desagregação por NUTS III. O estudo agora divulgado diz respeito aos resultados obtidos a partir da amostra relativa à Área Metropolitana de Lisboa (NUTS II).

O trabalho de campo relativo a este terceiro estudo decorreu entre os dias 25 de maio e 6 e junho de 2020, tendo sido realizadas 972 chamadas de voz, 6550 sessões de dados e 589 937 medições de sinal rádio, correspondendo a aproximadamente 324 chamadas de voz, 364 sessões de dados e 65 549 medições de sinal rádio, por indicador e operador. Foram percorridos 285 quilómetros em testes.

A ANACOM prevê continuar, durante o corrente ano, os estudos relativos às restantes regiões do território continental, a que se seguirão os estudos relativos às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

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