Vodafone sobe receitas com ganho de 13% no negócio fixo

2018-02-01 O negócio fixo, particularmente a televisão por subscrição, continua a impulsionar a operação da Vodafone Portugal. No seu terceiro trimestre do exercício fiscal, entre outubro e dezembro últimos, viu as receitas de serviços subirem 3,9%. Já no móvel, apesar do peso crescente dos clientes 4G, a base de clientes recuou 3,1%.

De acordo com um comunicado do operador, os resultados no terceiro trimestre do exercício fiscal 2017-2018 fora “os melhores desde 2009”, impulsionados “pela liderança no crescimento da TV por subscrição há 16 trimestres consecutivos e pela obtenção dos maiores índices de satisfação dos clientes”.

No total, as receitas de serviços foram de 236 milhões de euros, entre outubro e dezembro, o valor absoluto mais elevado desde o 3º trimestre do ano fiscal 2013/2014 e mais 3,9% face ao período homólogo. As receitas totais subiram para 255 milhões de euros, mais 1,9% face ao período homólogo.

O crescimento sustentado do negócio fixo, particularmente na TV por subscrição, explica o reforço. A empresa garante que é o operador que está a captar mais assinantes, em termos líquidos, na televisão por subscrição desde o terceiro trimestre de 2013. No total, a base de clientes do negócio fixo subiu 12,9% em termos homologis, superando os 644,4 mil subscritores.

Já no segmento móvel, destaca-se o acrescido peso dos clientes 4G que, no final do trimestre em análise aumentou 34,7%, para um total de 1,686 milhões. O número total de clientes móveis fixa-se ficou nos 4,631 milhões, menos 3,1% que um ano antes. A empresa destaca a aceleração da utilização de dados móveis em 50% e a penetração de smartphones, que representa já 72,6% da base ativa de clientes móveis.

“O melhor resultado desde 2009 no crescimento das receitas de serviço indica que continuamos a caminhar na direção correta. Estamos focados no nosso principal ativo, o Cliente, que incentiva a nossa permanente reinvenção para ultrapassarmos sempre as suas expetativas, necessidades e interesses. Congratulamo-nos que cada vez mais fontes independentes o venham reconhecer”, afirma Mário Vaz, CEO da Vodafone Portugal.

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