WSA 2018: há 6 projetos nacionais na short-list

2018-11-05 Dados.gov, Portugal Participation Bugget, Body Interact, City Checks, Via Verde Mobility Digital Ecosystem e MB Way são os projetos portugueses que foram selecionados no âmbito da edição deste ano dos World Summit Awards. Nesta 2ª fase da iniciativa, um júri online, no no qual a APDC participoi através da sua diretora executiva, avaliou mais de 400 projetos de mais de 100 países, tendo elaborado uma short-list com os melhores 15 a 18 projetos em cada uma das oito categorias a concurso.

Segue-se agora a fase em que um Grand Jury reúne no Ghana para selecionar os vencedores finais, 5 por categoria. Estes terão a oportunidade de participar, entre 11 e 13 de março, no WSA Global Congress, que este ano decorrerá pela primeira vez em Portugal, em Cascais, onde serão anunciados os Global Champions desta edição. Contará com mais de 500 participantes. Portugal tem participado sempre e tem-se destacado em várias categorias.

A APDC será a Organizer deste evento, a Câmara Municipal de Cascais o Hosting Partner e a Nova SBE Institutional Partner, abrindo as portas do novo campus de Carcavelos à iniciativa. Será aqui que serão escolhidos os oito campeões mundiais para cada uma das categorias do WSA, de entre os 40 projetos finalistas (WSA Winners), que ganham acesso automático às principais redes internacionais de inovação, multiplicando as possibilidades de financiamento e de concretização dos seus projetos.

O WSA é dirigido a todos os inovadores com projetos digitais locais com elevado impacto social mundial. Para promover uma transferência de conhecimento ativa e sustentável, a seleção dos projetos teve em conta o seu impacto positivo real e não apenas a complexidade técnica e o design. Seja uma simples solução baseada numa SMS a uma ferramenta de realidade virtual, a lista dos selecionados tem em conta o seu valor local, a qualidade do conteúdo e o impacto social nas comunidades locais, replicável à escala mundial.

Os projetos portugueses selecionados foram os seguintes, por categoria a concurso:

- Portugal Participatory Budget (Government & Citizen Engagement): O Orçamento Participativo de Portugal (PPB) é o primeiro orçamento participativo do mundo feito ao nível nacional. Tem o formato de um portal (https://opp.gov.pt/) onde os cidadãos podem propor e votar (também por SMS gratuito) ideias para investimentos públicos num valor de até 5 milhões de euros Orçamento de Estado. O portal foi projetado como um aplicativo interativo, de forma a promover a participação do público e trazer as pessoas mais perto da política e do processo decisório.

- dados.gov (Inclusion & Empowerment): A enorme quantidade de dados produzidos pelo Governo e pelas entidades públicas não era até agora explorado, apesar de ter um grande potencial para ser uma poderosa ferramenta do governo aberto e uma forma de incentivar o envolvimento dos cidadãos. Passaram agora a ser disponibilizados, de forma gradual, através de um portal (https://dados.gov.pt/pt/), que se assume como uma plataforma de dados abertos em português, promovendo a transparência, a responsabilidade e o crescimento económico. Está adequado às melhores práticas internacionais e incorpora soluções inovadoras em termos de experiência do utilizador, conteúdo, estrutura, integração de dados e licenças.

-  Body Interact (Learning & Education): É um software de simulação médica, desenvolvido pela startup Take the Wind, usado para treinar estudantes e médicos, com vista a melhorar a prática médica na área de esclerose múltipla. Trata-se de uma plataforma (www.bodyinteract.com) similar a um simulador de voo, permitindo aos utilizadores realizarem cenários baseados em problemas reais, através da interação real com pacientes virtuais. Este simulador online permite interações dinâmicas e pressiona os alunos e médicos em treino para a tomada de decisão, permitindo reduzir custos e evitar riscos de erros médicos fatais. Usa equipamento 3D, combinando simulação clínica com o treino de tomada de decisões e design de jogos.

- City Checks (Culture & Tourism): Trata-se de uma aplicação baseada na localização, em formato de jogo, que permite que as famílias tenham acesso a jogos educativos e contextuais enquanto viajam. Terão assim a oportunidade de jogar jogos relacionados com os pontos de interesse que estão a visitar, permitindo motivar o interesse das crianças nas viagens de família, potenciando a aprendizagem e a diversão (https://play.google.com/store/apps/details?id=com.citycheck).

- Via Verde Mobility Digital Ecosystem (Smart Settlements & Urbanization): Consiste num conjunto de ferramentas digitais que permitem aos clientes da Via Verde terem um acesso fácil um crescente número de serviços de mobilidade. Do tradicional dispositivo do vidro frontal dos carros, para pagar as portagens da autoestrada, este ecossistema digital permite agora acesso a vários serviços de mobilidade 100% digitais, disponíveis para smartphone. Como a Via Verde Estacionar, solução de estacionamento na rua; a Via Verde Transportes, onde os clientes podem usar o serviço para saber o melhor preço disponível para sua rota e perfil; o Drive Now powered by Via Verde, um serviço de partilha de carros; a Minha Via Verde, solução de auto atendimento; ou o Viagens & Vantagens, um programa de fidelidade (www.viaverde.pt).

- MB Way (Business & Commerce): Assume-se como uma carteira digital, através de um smartphone. Foi criado pela SIBS para ser fácil, conveniente e simples de usar, permitindo que aos utilizadores usar os seus cartões bancários e cartões de refeição no telefone. Trata-se de uma evolução natural do MULTIBANCO para o móvel., numa solução interbancária que permite que aos utilizadores fazer transferências instantâneas, online e na app, gerar cartões proxy (MB NET), NFC e QRCode. Cada transação é autorizada com toque em ID / impressão digital (para dispositivos compatíveis) ou PIN. Permite ainda fazer transferências imediatas de dinheiro em tempo real, um processo semelhante para enviar uma mensagem de texto (www.mbway.pt).

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